quinta-feira, 23 de julho de 2015

Creepypasta Enviada - O Sonho de Agatha

Antes de mais nada, queria pedir mil desculpas pra todos que nos mandaram e-mail no último ano. Sim, nós fomos desleixadas e eu só estou lendo a grande maioria agora kkkkk prometo que isso não vai mais acontecer
Essa creepy foi enviada pro nosso e-mail pela Duda, e eu particularmente gostei bastante. O que vocês acham?
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Agatha e eu dividimos a mesma sala de aula. Ela era a que mais chamava a atenção da turma, pois estava sempre deprimida e triste com alguma coisa. Quando um evento terrível acontecia recentemente e todo mundo debatia isso em sala, eu notava que ela ficava mais triste. Mortes brutais, torturas, estupros... Com pessoas de várias idades, pessoas incapazes (grávidas, deficientes) e animais indefesos, sem falar nas pessoas que se divertem com esse tipo de coisa. Eu notei que cada vez que ela escutava uma notícia a respeito disso, ela se sentia mais infeliz que o normal. E pelo pouco que me contou, a relação de seus pais também não estava muito boa em casa. Brigas, xingamentos, agressões, enfim...
  Um dia, fui falar com ela. Notei que ela estava desenhando uma paisagem em seu caderno que ela me respondeu ser de um sonho que teve por vários dias seguidos. Pelo desenho (que inclusive era muito bem feito), era um lugar colorido com flores e doces gigantes em meio a um parque de diversões. Agatha acrescentou que, naquela última noite, havia uma garota muito parecida com ela nesse sonho, um clone perfeito, mas que estava alegre e feliz sempre.
  “Eu queria estar neste mundo”, disse-me Agatha. “Estar em um lugar mágico sem dor e ruindade. Já pensou se isso fosse possível”?
  Eu não sei o que diabos aconteceu. Talvez seja coisa da minha cabeça, mas só o que sei é que Agatha mudou bastante no dia seguinte. Ela está contente com a vida que leva. Parece alguém que nunca cheirou o perfume de uma flor ou que nunca sentiu o gosto de um doce... E ela não me reconhece mais.

Autora: Duda Kamikaze

domingo, 19 de julho de 2015

Casos Reais - Farmville Murders

Como qualquer adolescente cujos pais se separam, Emma Niederbrock era uma adolescente que não se encaixava. Ela estudava em casa com a mãe, a professora Debra Kelley, e, apesar do divórcio, era próxima do pai, o pastor presbiteriano Mark Niederbrock. A garota residia com a mãe em Farmville, Virginia, onde o pai também continuava morando.

Emma Niederbrock, 16

Emma reencontrou a felicidade no horrorcore (uma espécie de hip hop que trata de temas pesados como assassinato e violência sexual). A jovem se comunciava com outros fãs do gênero em uma comunidade online, e se comunicava com seus artistas favoritos, Razakel e Sicktanick, utilizando o username Ragdoll.
Raz e Sick, impressionados pelo fanatismo de Emma, sentiram pena da garota quando ela disse que eles eram os únicos que a compreendiam, e decidiram apresentá-la a outra fã, Melanie Wells, que vivia em West Virginia, a 320 km de Emma.

Melanie Wells, 18, e seu irmão mais novo

Melanie, 18 anos - 2 a mais que Emma -, se apresentou para a adolescente pela comunidade (sob o username de Mel), e as duas se tornaram grandes amigas. Mesmo com 300 milhas entre elas, elas não se desgrudavam.

Emma estava cada vez mais feliz e se tornando popular na comunidade. Foi lá que ela também conheceu o aspirante a rapper de horrorcore Syko Sam, o username de Richard McCrosky. Em um mês, os dois estavam namorando, e muito apaixonados um pelo outro.

Então, Raz e Sick anunciaram na comunidade que realizariam um show dentro de um mês, em setembro de 2009. Emma, Melanie e Richard ficaram eufóricos com a notícia, e decidiram ir juntos para o show e finalmente se conhecerem pessoalmente. Como Melanie e Richard eram maiores de idade, podiam ir sozinhos, mas Emma precisava da permissão dos pais. Mark e Debra concordaram, com a condição de que acompanhassem a filha. Mesmo não gostando das músicas, eles sabiam que aquilo a faria feliz.

Melanie e Emma, ao se encontrarem, pareciam se conhecer desde pequenas. As duas foram juntas buscar Richard do aeroporto, e de lá eles partiram para a Califórnia no carro dos pais de Emma.

A verdade é que Emma se sentia desconfortável perto de Sam. Ele era diferente do que parecia, mais abobado, e parecia muito grudento. Ela confidenciou isso a Melanie e a Raz, e estava um pouco preocupada. Não tinha coragem de terminar o namoro pessoalmente, e teria que conviver com ele mais uma semana em sua casa até que ele fosse embora.

Emma e Melanie se divertiram muito no show, mas Richard se manteve isolado a noite inteira. Eles partiram no dia seguinte. Chegaram à Virginia, Mark deixou os 3 jovens e a ex-mulher em casa - Melanie também passaria a semana na casa de Emma - , e foi embora.

Nos 4 dias que se passaram, a família de Melanie tentou desesperadamente se comunicar com a filha, sem sucesso. O telefone da casa de Debra também quase nunca era atendido. Preocupada, a sra. Wells ligou para Mark Neiderbrock. Ele foi à casa de Debra tentar entender o que acontecera. E não houve mais resposta do pastor.

Apavorada, a mãe de Melanie entrou em contato com Raz e Sick, pedindo que eles tentassem encontrar informações sobre as meninas entre seus fãs. Foi um deles, amigo de Richard, que contou a Raz o que havia acontecido.

Os corpos foram encontrados pela polícia no dia seguinte, na casa de Debra. Todos num quarto do primeiro andar, mortos a machadadas. Richard foi encontrado no aeroporto, escondido, esperando seu voo.

Ele confessou que, sob o efeito de um coquetel de álcool e remédios controlados, e de maconha, pegou um machado que estava entre a lenha da lareira e matou Melanie, Emma e Debra, nesta ordem, enquanto dormiam. Depois, executou Mark quando ele foi investigar o sumiço das 3.

Richard cumpre prisão perpétua sem direito a condicional.

Richard McCroskey, então com 20 anos



quinta-feira, 2 de julho de 2015

Casos Reais - Black Dahlia (+18)

Imagens fortes e explícitas. Não recomendado para menores de 18 anos. Leia por sua conta e risco.

Era 1947 e Elizabeth Short havia se mudado para Los Angeles há quase 5 anos. A bela jovem de 22 anos sonhava em ser uma atriz, e estava correndo atrás de seus sonhos na grande cidade. Seus belos e volumosos cabelos negros renderam a ela o apelido de Black Dahlia ("Dália Negra"). Elizabeth morava sozinha na cidade: ela estava brigada com o pai, e perdera o noivo em um trágico acidente 4 anos atrás. Mas, apesar do turbilhão na vida pessoal, ela não desistia de seu sonho, e finalmente estava conseguindo alcançá-lo. E pode-se dizer que Elizabeth se recuperou rapidamente da morte do noivo.


O dia era 15 de janeiro, 10 da manhã. Betty Bersinger caminhava com a filha de 3 anos ao longo da Coliseum Street. No canto com a West 39th Street, ela viu um objeto estranho jogado no chão. Era... um manequim?

Não, não era.

Era o cadáver mutilado, espancado, violentado, sem sangue nas veias, com um sorriso esfaqueado na face e cortado ao meio de Elizabeth Short.


Betty imediatamente chamou a polícia.

O caso gerou comoção nacional, não só pela brutalidade, mas por jamais ter sido resolvido. O assassino foi muito cuidadoso, até lavou o corpo de Elizabeth antes de abandoná-lo.



Já se passaram 68 anos, mas não existe nem sequer um suspeito para o assassinato. O caso é um completo mistério.



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Fontes:
https://en.wikipedia.org/wiki/Black_Dahlia
http://time.com/3657606/black-dahlia-murder/
http://content.time.com/time/specials/packages/article/0,28804,1867198_1867170_1867291,00.html
http://www.crime-mystery.info/crime-stories/black_dahlia_murder/elizabeth_short