quarta-feira, 25 de junho de 2014

A Vela

Fonte: Creepypasta Wiki
Tradução e adaptação: Capitu
--------------
Você vê a vela.

Você olha para a vela por um instante, nada melhor para fazer.

A vela brilha intensamente, mais que o normal.

A vela queima mais, mas a chama fica mais baixa.

Você sente uma leve dor na parte de trás da cabeça.

Você a ignora como se não fosse nada.

A chama abaixa ainda mais.

A dor fica mais intensa.

Você não consegue olhar para longe da vela.

A vela está praticamente no fim.

Você tenta olhar ao redor de novo, dessa vez com mais força.

Você tenta gritar, mas só um soluço sai.

Você não consegue se mover.

A vela se apaga ao mesmo tempo em que sua visão escurece.

terça-feira, 24 de junho de 2014

A pipa

Fonte: Scary Stories

Tradução e adaptação: Capitu

---------------------------

"Veja como ela voa, querida!" O pai dedicado gritou animadamente para sua amada filha, apontando a pipa que voava por cima da praia vazia. "Aqui, querida. Tente você."

A garotinha permaneceu ali, tímida e melancólica, enquanto observava a pipa no céu, pálida e esvoaçante. Essa pipa, em particular, sempre a lembrava da mãe desaparecida; as duas, a pipa e a mãe, pareciam ter exatamente as mesmas tatuagens coloridas.


segunda-feira, 23 de junho de 2014

O que tem no porão

A mamãe me disse pra nunca ir no porão, mas eu queria muito saber o que estava fazendo aquele barulho estranho. Soava como um cachorrinho, e eu queria ver o cachorrinho. Então eu abri a porta do porão e entrei lá na ponta dos pés.

Eu não vi um cachorrinho, e a mamãe me puxou pra fora do porão e gritou comigo. A mamãe nunca tinha gritado comigo. Eu fiquei triste e chorei.

A mamãe disse pra eu nunca mais ir no porão de novo, e depois ela me deu um biscoito. Eu fiquei mais feliz e nem perguntei por quê o menino do porão fazia barulho de cachorrinho, nem por quê ele não tinha mãos nem pés.
------------------------------
Fonte: Scary Stories
Tradução e adaptação: Capitu

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Teoria do purgatório de Du, Dudu e Edu


Nem sempre eu tinha estado aqui. Mas o bairro sim. Mesmo antes de ser um bairro , esta terra ja estava aqui. Aqui para aqueles que se perderam nessa terra amaldiçoada, aqui para aqueles que morrem muito antes de sua vida real realmente começar, aqui para aqueles que nunca quiseram realmente crescer. Viemos de diferentes épocas e viemos de vidas diferentes, mas uma coisa permanece verdadeira de todos nós. Vivemos nos limites das terras do bairro, e em algum momento de nossas vidas e morremos muito antes de nosso tempo correto.

Não nos lembramos muito de nossas vidas no mundo dos vivos desde que o último membro do nosso grupo se juntou a nós e, certamente, não nos lembraremos agora, quando o próximo espírito vier, mas aqui está o que sabemos: Rolf foi o primeiro a chegar. Ao contrário da maioria de nós ele nasceu em terras distantes e até mesmo na vida após a morte não perdeu o toque de sua educação do mundo antigo. Ele já morava no bairro antes mesmo dele se desenvolver. Filho de um pastor, ele e o resto de sua família vieram para começar uma fazenda nas terras que em breve se transformariam em um lugar que todos nós, eventualmente, residiriamos.

Ele morreu em 1903. Enquanto prendia os animais da família, o touro se soltou de sua cerca ,e, em meio aos esforços de Rolf para parar a besta, ele foi pisoteado até a morte. É por isso mesmo que ele trouxe muitos animais de sua família junto de seu espírito, ele optou por não trazer os gado junto. Ele continua a seguir com os  negócios da fazenda em uma agenda diária, porém é mais que feliz em, ocasionalmente, negligenciá-los para brincar com as outras crianças do bairro.

Jonny foi sempre a criança solitária. Na verdade, Rolf tornou-se seu primeiro amigo humano que ele nunca teve antes dele vir para a vizinhança após sua morte. Seus pais se mudaram para o terreno da antiga fazenda de Rolf, não muito tempo depois da morte do mesmo. Sem outras crianças ao redor e nenhum trabalho no campo para ocupar seu tempo como fezia Rolf, Jonny então fez um prolongamento de sua mente, em grande escala. A partir disso, Planck nasceu. Juntos, eles andavam para todos os cantos, subiam em árvores e se metiam em encrencas. Infelizmente, isso não durou para sempre, alguns anos mais tarde Jonny tornou-se acamado por uma doença. Em 1922, ele morreu após uma longa batalha contra a tuberculose. Ele viu Plank, seu unico amigo imaginário de pé por ele até o último suspiro. Até mesmo agora, em sua vida após a morte, sem estar no campo para brincar, Jonny ainda desperdiça muito de seu tempo brincando nos quintais e ruas, junto a Plank.

Edu foi o próximo a vir. Edu nasceu em Nova York, mas se mudou para o bairro em 1932, quando a Grande Depressão estava em pleno andamento. O bairro ainda diferente, começando a tomar forma a partir dos campos de seu passado, com as famílias que se mudaram para lá começaram a dividir as terras que haviam pertencido à família de Rolf. Sempre esperto, Edu buscou fazer qualquer coisa para trazer um pouco de conforto para sua vida familiar muito simploria, mesmo que isso lhe custasse a amizade dos outros. Edu morreu em 1939 depois de um de seus grandes planos para uma seiva milagrosa saiu pela culatra. Ele se afogou tentando atravessar o rio local depois de tentar fugir das crianças irritadas que ele tinha tentado enganar. Mesmo em vida após a morte, ele continua correndo atrás do todo-poderoso dólar.

Sarah e Du se uniram não muito tempo depois disso. Até o final dos anos 40 o bairro já tinha quase tomado sua forma final com um dos desenvolvimento pré-planejados, que se tornou popular na era pós-guerra. Como irmão e irmã crescendo em meio ao caos da Segunda Guerra Mundial, ambos tomaram formas distintas de escapar suas vidas, eram filhos de um soldado morto e uma mãe trabalhadora. Sarah se tornou controladora e agressiva, ela procurou se certificar de que todos ao seu redor sabiam que ela estava no comando, tudo na tentativa de copiar sua visão da ideia que tinha da sua mãe muitas vezes trabalhando, somente sendo docil quando via alguem visivelmente mais fraco que ela, o que via quando sua mãe cuidava dela em raras ocasiões. Du, por outro lado reagiu a isso de uma maneira diferente. Ele simplesmente desligou-se por completo, na verdade, ele fechou a quase tudo e todos no mundo todo se tornando o que parecia ser um completo idiota. Du preferiu tornar-se completamente envolvido nos filmes de monstros e histórias em quadrinhos que começaram a aparecer depois que a guerra tinha terminado. Não foi muito tempo depois disso, 1953, que Du e Sarah morrerram em um acidente de carro enquanto a mãe estava levando-os a visitar seus avós.

Nazz chegou um tempo depois dos irmãos. Nazz era uma criança-flor, nascida de um par de hippies no  estabelecimento, ao final dos anos 60. Ela era uma menina naturalmente bonita que sempre teve jeito com meninos e homens. Ela viveu a vida por capricho e muitas vezes flertava e jogava sem qualquer intenção real. Ela morreu possivelmente na forma mais terrível que todas as crianças do bairro. No verão de 79 um serial killer, que havia fugido do asilo local, tinha invadido sua casa na calada da noite, estuprou e matou a menina, juntamente com toda a sua família. No trauma desses eventos ela, de uma forma semelhante a de Du,  isolou-se do mundo, se esqueceu completamente de seus pais e irmãos, o que é por isso que em vida após a morte, ela nunca recebe ordens dos pais inexistentes ao contrário de muitos outros . Isto dá-lhe mais tempo para descansar e festejar como muitas vezes ela faz.

Não demorou muito tempo antes de Dudu juntar-se ao resto do bairro. Ele era o filho de dois pais altamente controladores que, apesar de sua ausência constante, dominavam a  vida do filho. Assim, Dudu tornou-se bastante o intelectual, uma figura bastante afavel e tímida. Sempre o tipo curioso, gostava de fazer experimentos quando estava longe da escola e das tarefas constantes de seus pais. Isso levaria a sua morte prematura em 1986, com um vazamento de gás combinado com um bico de Bunsen em um de seus experimentos explodiu ele e sua casa em pedaços. Sendo o tipo tímido e subserviente, entre várias desventuras, Dudu continuou a seguir as ordens escritas de seus pais muito tempo depois de sua morte.

Kevin foi o próximo a se juntar ao grupo. Ele nasceu no mesmo dia da morte de Dudu e é, em muitos aspectos, o seu oposto. Kevin veio de um lar desfeito e desenvolveu uma personalidade ousada e rebelde. Em vida, ele era o cínico e irritado e tirou sarro de muitas das outras crianças. Seu pai abusivo raramente lhe dava qualquer atenção na vida e isso acabaria por provocar o fim de tudo. Num acesso de raiva, bêbado, seu pai o atacou depois que Kevin tentou enfrentá-lo para defender-se. Ele morreu no caminho para o hospital, no inverno de 1999. Seu pai passou o resto de sua vida na prisão. Na vida após a morte Kevin mudou sua percepção para o oposto do que a sua vida realmente era, com um pai distante mas que iria banhá-lo com presentes tentando comprar-lhe o carinho, no entanto, ele continuou a manter suas provocações até mesmo em morte.

Jimmy foi o último a vir para o bairro. Ele morreu em 2000, não muito tempo depois de se mudar para a casa que o pai de Kevin tinha vivido uma vez. Ele tinha leucemia desde que mal tinha idade suficiente para andar. Como tal, ele sempre foi uma criança muito doente e devido a seus pais e a protecção ele nunca chegou a estar em torno de outras crianças. Ele viveu seus dias em um pequeno quarto completamente negligenciado pelo mundo exterior, cercado por bichos de pelucia e brinquedos os quais não podia ferir-se. Jimmy permaneceu por algum tempo em um estado de quase morte, mas, no final, finalmente cedeu ao sofrimento de sua longa doença em vida, para em morte não ser mais uma criança tão doente, porém, ainda sem possuir habilidades para fazer muitos amigos, preferindo ficar ao lado de Sarah, pois ela, como sua mãe, lhe oferecia proteção e segurança.

As irmãs Kanker eram diferentes de quaisquer outros habitantes do bairro, tendo inclusive até a moradia em lugar separado. Elas nunca foram do plano da existência terrena. Em vez disso, elas são filhas de demônios não muito diferente do Succubae de lore humano. Eles parecem possuir habilidades impossíveis para os padrões dos outros, tais como a capacidade de aparecer quase em qualquer lugar instantaneamente. Eles foram enviadas do inferno para atormentar as almas já torturados do bairro. Surpreendentemente, elas são atraídas pelos o Dus, por razões desconhecidas, embora especula-se que eles são os membros mais fracos do bairro e são vistos como alvos fáceis por elas, além de não terem a proteção do restante dos habitantes da vizinhança. Apesar de que elas são universalmente odiadas e muitas vezes temidas por todos, incluindo os Dus.


---

É desconhecido o autor desta teoria

---


Fonte: Creepypasta Wiki
Tradução e adaptação: Miss Insipida

terça-feira, 17 de junho de 2014

Talking Friends

Antes de mais nada, desculpem a ausência. Vida de vestibulando é complicada...

Então, meus creepers... se você tem os apps Talking Angela e Talking Ginger no seu celular ou tablet, é bom lerem isso.

Antes de mais nada, pra quem não sabe, Talking Angela e Talking Ginger são personagens do conjunto de apps Talking Friends, da Outfit7, cujo personagem mais famoso é o gato Talking Tom. Os aplicativos fazem muito sucesso e chegaram ao número de 1,5 bilhão de downloads. Todo mundo adora esses apps, principalmente o recurso de gravar nossas vozes e reproduzi-las numa frequência mais alta, fazendo-as ficarem bem mais finas.

Certo. Primeiro, vamos falar de Talking Angela.

O app de Angela é diferente dos demais da Outfit7, pois ela não imita sua voz, mas tem um recurso de bate-papo, e pode conversar com você sobre assuntos diversos.

É aí que mora o problema.

Alguns usuários do app têm relatado perguntas e respostas... estranhas, no mínimo, vindas da gata. Aqui está um vídeo mostrando isso.


Convenhamos, essa gata não é a melhor companhia do mundo pra uma criança.

Agora falemos de Talking Ginger.

Se você tem esse app, você sabe que Ginger é o gato MAIS FOFINHO DO MUNDO.

A menos que você esteja fazendo uma gravação de voz com ele. Porque se você olhar nos olhos dele enquanto grava, você vê isso:


Eu estou vendo a cabeça, você está vendo a cabeça, estamos todos vendo a cabeça.
MAS QUE PORRA É ESSA?

Façam o que quiserem, mas no meu celular essas coisas não estão mais...

ATUALIZAÇÃO (18/06/14): Decidi manter a Gata do Capiroto no tablet da minha mãe para fins de testes. Comecei a falar besteiras ppa ver como ela reagia, e entre um "There's no need to be rude" e outro, saíram umas coisinhas, ahn... estranhas...

"Pequena eu vou te dar-lhe!" "Ah de boa"
Daí uma gata virtual diz que você é o amor da vida dela... normal, acontece toda hora
"Eu desejo muito você" "Eu também" Típica conversa com uma gata virtual
"Estou esquentando pra você" Ok, essa dispensa comentários.