sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Esquecido

Memórias. São como nos lembramos do que aconteceu. Tudo o que você lembra interfere em quem você é e como você age. É uma vergonha que as pessoas não tenham medo daquilo que não lembram. Especialmente você.

Memórias são engraçadas se vistas assim. Às vezes, quando alguma coisa fantasticamente arrepiante acontece com você, sua mente esquisitia bloqueia isso para "proteger você". Enquanto pode parecer pra você qie sua mente está te fazendo um favor, me irrita muito vê-la tirar essa coisas de você. Coisas incríveis que aconteceram com você. Coisas horríveis que aconteceram com você.

Mesmo que você tenha esquecido, eu sempre lembrarei. Eu estava lá em cada passo seu naquele caminho. Eu estava nas sombras, observando você. Atormetando você. Você temnum medo tão maravilhoso, que eu simplesmente consigo achar suficiente. Continuamente, eu ponho você nos momentos mais excitantes da sua vida, assistindo enquanto você entra em um estado de terror insano. Você está surtando. Se eu pudesse ver vocé sofrendo para sempre... Mas a sua mente esquisita arruina tudo. Todas as vezes, você esquece do quanto nos divertimos e continua sua vida como se nada tivesse acontecido. Você até mesmo lê histórias de terror, e adora os horrores que eu faço.

Não obstante, você jamais poderia entender o quão maravilhoso é ver você passar por isso. Nenhuma dessas histórias poderia, ainda que somada com outras, se comparar com o terror pelo qual você passou. Eu quero passar mais tempo com você, me divertir com você. Eu quero ver você gritar de pavor mais e mais vezes. Eu quero que você experimente a agonia um milhão de vezes. Eu só queria que você lembrasse do medo que pus em você. Eu só queria que você se lembrasse de mim, e gritasse de pavor durante a noite. Me delicia cada vez que você vê uma das minha abominações. Você é tão audaz, sempre arranjando um jeito de viver sem perder nenhum de seus membros. Se eu pudesse assistir você morrer, enquanto grita por sua vida. Se ao menos sua última memória fosse de mim, afogando você em seu medo enquanto você implorar por piedade e uma lágrima escorre pelo seu rosto. Eu dirja que amo você, e agradeceria por todos os momentos bons que me deixou compartilhar com você. Eu acho que ficaria realmente feliz se visse você submergir em seu desespero mortal.

Se você fosse inteligente, você não desligaria as luzes nem fingiria que não está ouvindo barulhos estranhos. Você não se distrairia nem ficaria sozinho, se convencendo de que vai ficar tudo bem. Lembra o que aconteceu da últina vez que você fez isso?

... Não, acho que você não faria nada disso.

Fonte: Creepy Tales
Tradução e adaptação: Capitu

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Eu só quero conversar...

Uma vez, aos 16 anos, eu fiquei acordado até as 3 da manhã, conversando com minha namorada pelo Skype. Eu não estava prestando muita atenção ao redor até ouvir minha irmã gritar. Havia um homem assobiando do lado de fora da nossa casa, e minha irmã estava gritando obscenidades para fazê-lo parar. Para mim parecia que o cara estava apenas andando e assobiando até minha irmã gritar, atraindo sua atenção para nós.

Eu encerrei a chamada, corri até seu quarto e disse a ela para ficar quieta, mas já era tarde demais. O homem que estava lá fora entrou no nosso jardim com uma risada forçada e ficou encarando a janela, ainda assobiando. Nós estávamos compreensivelmente nervosos, e tentamos apenas ignorá-lo. Isso continuou por cerca de 20 minutos. Ele continuo em pé ali... encarando... assobiando... rindo...

Isso continuou até ouvirmos uma voz. Ele estava gritando para deixarmos ele entrar. Eu abri a janela para ameaçá-lo porque... bem, eu não sabia o que fazer. No momento em que abri a janela, ele disse "Eu só quero conversar. Eu sei que Jessica está aí. Deixem-me vê-la." Nós obviamente não conhecíamos ninguém com esse nome, e eu disse isso pra ele. Isso durou trinta minutos, e ele começou a socar a porta, ameaçando quebrá-la. Como um garoto idiota de 16 anos que eu era, eu quis descer até lá com meu bastão para defender a minha família. Por sorte, minha irmã me parou.

Então, de repente, parou. As batidas na porta, os gritos, tudo. Eu olhei pela janela e o vi pegando um tijolo. Posso afirmar com segurança que nunca peguei um telefone tão rápido. Antes que eu pudesse ligar para a polícia, minha irmã me avisou que um grupo de pessoas apareceu andando na rua, e isso assustou o homem, segundos antes de fazer o que quer que ele estivesse planejando com aquele tijolo. Nós certamente não conseguimos dormir direito por uns 2 dias.

Cerca de três dias depois, voltando da escola, eu peguei um jornal. Este continha um artigo cujo título era "Família brutalmente assassinada e estuprada". Um homem enganou alguém para conseguir entrar dentro da casa, e então esfaqueou a mulher e estuprou o cadáver e sua filha de 13 anos. Aconteceu na mesma noite, porém horas mais tarde. Havia uma foto do culpado...

É suficiente para mim dizer que assobios me arrepiam por inteiro.

Fonte: Creepypasta Wiki
Tradução e adaptação: Capitu

Nós somos muitos

Toda a minha vida eu estive me equilibrando entre a vida e a morte. Todos os corvos se sentam lá esperando... querendo saber o que vão comer. Nós vemos você no chão, o seu coração não está batendo mais. Nosso desejo por você simplesmente não pode ser mais sufocado. Sua pele tem gosto de chocolate. Você esta olhando fixamente para o sol. Tão quente ... Tão brilhante. Esperarando o momento de nossa chegada. Sua vida feliz nos faz doentes. Todos seus gritos soam como música para nós, sim, música.

Vemos o seu corpo imóvel. O sabor do sangue é tão metálico. E o cheiro que nos torna frenéticos! As texturas que encontramos em você é como uma cola viciosa e grossa. Nós rasgamos seus membros, um por um. Eu não estou escrevendo isso para entretê-lo ... Leitor. Essa é simplesmente uma maneira de compartilhar a nossa luxúria com você.....

Nós somos muitos, mas você é somente um. Vamos destruí-lo.

Agora você vai sentir o frio abraço da morte ...


Fonte: Creepypasta Wikia
Tradução: Miss Insipida

terça-feira, 20 de agosto de 2013

O monstro rosa

Essa história realmente aconteceu com um amigo meu, então eu não posso tomar o crédito. No entanto, esta história é real e é, provavelmente, facilmente de ser explicada, mas ainda assim é bastante assustadora...

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Minha família, que consistia em apenas eu e meus pais, vivemos na mesma casa desde que eu nasci, em um bairro suburbano localizado no centro da Pensilvânia. Meu quarto estava localizado no primeiro andar da casa, tinha uma janela com vista para o quintal, que foi fechada por dentro.

Quando eu era criança, eu sempre acordava meus pais gritando e chorando, falando que via algum tipo de monstro do lado de fora no quintal. Obviamente, a primeira suposição deles era de que eu estava experimentando algum tipo de pesadelo infantil, então eles me consolavam abraçando-me e eu me acalmava. Também diziam que deixariam o cachorro da família no quintal para que, se aparentemente houvesse algo lá ele iria perseguir ou assustar-lo. Depois disso, eu era capaz de dormir e não tinha mais sustos pela noite.

Essas aparições eram algo recorrente e me perseguiram por muitos anos enquanto eu estava crescendo, sempre desaparecendo quando o cão era mandado para fora. Eles só pararam depois que meu irmão mais novo nasceu e meu antigo quarto foi dado a ele e eu me mudei para o quarto no andar de cima. Depois disso, eu nunca tive um problema como este novamente.

Como eu cresci, eu sou capaz de raciocinar com mais sentido quanto a esta situação, e era capaz de lembrar vagamente com o que essa coisa parecia. Me lembro como um bicho que parecia ser rosa felpudo, como uma espécie de monstro. Ele nunca fez nada mais do que apenas ficar do lado de fora da minha janela, me observando, e isso me assustava. Eu estava tão feliz de sair do meu antigo quarto e nunca mais ter que lidar com algo assim novamente. Eu meio que percebi que era uma alucinação e eu que só me senti melhor quando os meus pais iam ver o quintal, uma vez que era preciso fazer isso para colocar minha imaginação no modo de descanso. Mas agora vem a parte assustadora.

Meus pais, obviamente, nunca acreditaram em mim, apenas lidavam como se isso fora como um fruto da minha imaginação ou algum tipo de pesadelo de criança. Eles nunca viram nada e nunca houve qualquer tipo de provas, uma vez que só tinham a minha palavra como prova. Depois que me mudei para o meu quarto novo, eu nunca tive um visitante noturno outra vez, então eu pensei que era apenas minha jovem imaginação correndo solta. Pouco tempo depois, eu quase esqueci completamente de tudo o que havia visto e meus pais nunca tocaram no assunto então, a história do monstro que me observava começou a desaparecer da minha memória.

Isto é, até o meu irmão mais novo começar a acordar chorando, reclamando que havia um monstro rosa felpudo do lado de fora de sua janela.


Fonte: Creepypasta wikia
Tradução: Miss Insipida

sábado, 17 de agosto de 2013

Eu sinto muito

Era uma manhã de novembro de 1989. O vento frio suavemente acariciou meu rosto quando eu acordei. Sentei-me e virei o pescoço de um lado para outro na tentativa de estala-lo, pois sempre o sentia duro e tenso na primeira parte da manhã. Eu jurei que eu ouvi a voz da minha mãe, mas eu não conseguia entender o que ela dizia. Mas com certeza me acordou. Eu fiz meu caminho para fora do quarto, descendo para a cozinha, onde eu achava que ela estaria, como no início de todos os dias.

Na cozinha, minha mãe estava a fazer o café da manhã, nada fora do comum, mas as coisas estavam estranhos, eu sei como descrever ... algo não parecia certo. A cozinha parecia estar tão... Palida? Os armários amarelos, uma vez brilhantes pareciam sem cor, o piso de vinil xadrez cliché parecia cinza e sem graça ... Até mesmo avental vermelho da minha mãe que ela sempre usava parecia um rosa opaco, sem emoção. Eu balancei minha cabeça e esfreguei os olhos com as mãos. "Eu devia ter dormido mais noite na passada," Eu zombei de mim mesma ouvindo minha respiração. Minha mãe se virou, com um sorriso no rosto. É o mais provável que tenha reconhecido a minha presença.

Depois de observar o que tinha para o café da manhã eu decidi que eu não estava com fome, então eu subi para o meu quarto para me vestir. Eu me sentia  pesado e sonolento. "O que aconteceu ontem à noite ...?" Perguntei a mim mesmo. Agora eu estou preocupado, eu não consigo me lembrar de nada do que aconteceu antes de eu acordar. Eu tento recuperar minha memória, mas a dificuldade estava lá como a fadiga para abrir o meu guarda-roupa para encontrar uma roupa. Suéter cinza e calça jeans. "Impressionante", eu murmurei para mim mesmo com esse sarcasmo atrevido minha mãe sempre odiou. "Estou indo para escola mãe!" Eu gritei. Sem resposta. Isso é estranho, minha mãe não me deu sua palestra diaria sobre ficar longe de problemas. Passei sem vontade pela porta da frente.

Estou andando na rua e vejo meu amigo. "Ei vei, como vai?" Eleme ignora. "Ei, qual o problema?" Ele continua me ignorando. Bato no ombro, mas ele contrai o braço como se fosse um objeto estranho que entra em contato com ele. "VEI! Qual é o seu problema?" Eu gritei, frustrado com tudo o que estava acontecendo de hoje. Ele continua andando, e eu fico em pé parado na calçada, perguntando o que diabos está acontecendo ... Eu decido voltar para casa. É demais para aguentar, e eu estou muito cansado demais para me preocupar com uma explicação lógica da parte dele, ele provavelmente está chateado comigo. Embora eu não saiba o por quê.

Ao entrar em minha casa, eu ouço risadas. É a minha mãe. Eu encontrei ela na cozinha, sozinha no mesmo lugar que eu tinha visto ela no café da manhã ... Eu me aproximei dela junto da pia, e o que eu vejo me deixa completamente palido. A pia está cheia de sangue, e minha mãe está segurando uma faca de pão nas mãos. Então ela começa a falar baixo. "Eu sinto muito ... você parecia tão doce e tranquilo dormindo na sua cama." Eu tremi durante as palavras ditas por ela, o sangue cobria seus braços e ia pingando na pia lentamente. "Você está bem? O que você fez?!" Eu não me levar muito tempo para perceber o sangue na pia não é dela...

Eu subo as escadas correndo para o meu quarto ", eu ainda devo estar dormindo ... Claro, é a unica explicação para isso" entro no meu quarto, e me vejo na cama, dormindo. Eu viro lentamente o meu corpo na minha direção. O corpo se vira, mas a cabeça não.


Fonte: Creepypasta wikia
Tradução: Miss Insipida



sexta-feira, 16 de agosto de 2013

O diario de sonhos de James


7 de julho

Eu me sinto tão estúpido escrevendo em uma coisa assim. Alan sugeriu que eu escrevesse um diário detalhando meus sonhos, porque talvez assim eu possa descobrir por que eu estou com tanto medo ao acordar. Bem, eu acho que eu vou acabar com isso aqui, eu realmente tenho que ir dormir agora.

James

9 de julho - 3:14 da manhã

Olhos ... Penetrantes olhos negros. Me queimando por dentro, ganhando conhecimento completo de tudo o que eu já fiz. Senti-me envergonhado ele estava ali de pé, imóvel como uma estátua. Imóvel. Me julgando. Isso é tudo o que me lembro. Meu coração ainda está correndo.

James

12 de julho - 4:17 da manhã

Eu não fui capaz de mover-me. Ele estava mais perto dessa vez, não muito, mas ainda perceptível a visão. Com os mesmos penetrantes olhos negros... Eu sei que era "ele". Eu era incapaz de me mecher ou gritar, sentia seu olhar que me queimava diretamente pasar por cada centímetro do meu corpo. A queima foi excruciante. Não consigo nem descrever a experiencia com palavras. Eu queria morrer. Seus lábios se moviam e eu me lembro de  sua voz rouca profunda, mas não pude compreender o que suas palavras significavam ou o que dizia. Espero que isso acabe logo.

James

17 de julho - 3:29 da manhã

O sorriso dele era inconfundível. Ele estava adorando a minha dor. Desta vez ele estava mais perto ainda. Para não dizer que desta ele estava bem na minha cara, me observando com aqueles olhos impenetráveis não estando nem sequer meio metro de distância da minha cabeça. Os gritos, eu estremeço só de lembrar-me. Eu não sei se foi coisa minha mas o unico o que eu poderia me concentrar era no fogo que havia dentro de meu crânio, nos lábios repetindo a mesma palavra sem parar.

"Você"

James

30 de julho - 3:17 da manhã

Não estou animado para escrever novamente. No entanto, estou feliz em informar que ele não estava lá, mas eu estava na mesma sala de antes. A dor me impediu de perceber isso antes. O cheiro de ferrugem estava me deixando doente. Tentei cobrir meu nariz, mas me vi amarrado em uma cama médica vertical pelos pulsos, cintura, pescoço e tornozelos. Comecei a sentir a dor do fogo novamente ao mesmo tempo uma porta se abriu atrás de mim. Tudo o que eu podia ouvir era o sua risada e o que parecia ser alguém pedindo para ser morto. Eu sabia que eu era o próximo.

Eu quero ser o próximo

James

1º de agosto - 4:03 da manhã

O fogo não é mais tão ruim. Pelo menos eu posso me concentrar na luz fluorescente fraca e como ele pisca, deixando o quarto em uma escuridão momentânea. Essa é a única vez que eu não posso sentir seus olhos e o fogo que vem junto com eles, e a luz. É nesse breve flash de escuridão que eu posso relaxar e respirar de novo. Eu nem me importo o cheiro do sangue. O sangue que está escorrendo lentamente dos cortes que eu obtive quando eu lutava contra as amarras de aço puro, e caiam dentro de um balde debaixo de mim. Toda vez que esse sonho começa o balde estiva vazio, isso tornou-se evidente a partir do barulho oco que o metal fazia assim que as primeiras gotas atingiam o fundo.

Por que isso não vai acaba?

James

2 de agosto - 1:13 da manhã

Eu nem me lembro de ter dormido. Eu estava tentando ficar acordado! Eu não posso dormir. Não é seguro, ele está sempre lá olhando para mim, sempre está esperando por mim. Olhando para mim com seu sorriso imutável. Com seus olhos me queimando por dentro, aquele cheiro... Muito atraente. Eu sei que tudo isso vai acabar. Eu tenho que quebrar as amarras. Eu tenho que fazer o sangue parar de cair no balde, eu sei que é o que ele quer, mas não consigo resistir a tudo isso. Qual o significado de tudo isso?

Estou implorando por um fim

James

2 de agosto - 3:15 da manhã

O cheiro foi embora! Onde ele arranjou esse sangue? Eu vou matá-lo! Essa era a porra do meu sangue! Eu tenho que ir dormir, eu devo me vingar!

James

2 de agosto - 12:00; meio dia

Eu achei ele, peguei o meu sangue de volta, e bebi o dele também. Tenho sono. Vou para a cama agora.

James

13 de dezembro

Eu tinha esquecido completamente sobre este diario. Louco como é a primeira parte, não é? Eu sei que você que está lendo isso não entende. Tudo bem, é normal. Eu não desejaria esses 25 dias de tortura para ninguém, mas é sempre um alívio saber que há verdadeira diferença entre o sonhos e a realidade. Acho que isso vai ser a ultima vez que eu escrevo aqui. Afinal de contas, tudo isso é apenas fruto da minha imaginação.

James


Fonte: creepypasta wikia
Tradução: Miss Insipida

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Continue a sorrir



Quando é um dia chuvoso. O sol não está brilhando e você se sentir deprimido. Desça a rua de sua cidade natal. A rua. Não na calçada. No asfalto. Na rua, mesmo que haja carros, você deve caminhar pela estrada. Bem no meio e seguir reto. Você não deve ter medo dos carros. Ou você certamente vai morrer.

A caminhada vai parecem interminável. Mas não estranha, apenas sorria. Agora os sons serão dispensados. Você não vai ouvir gritos. Sem dor. Sem agonia. Mas, ainda assim deve sorrir.

Somente Deus sabe em quanto tempo o céu vai escurecer para um preto escuro, mas se você tiver tempo para ver, o relógio não parou. Ainda será dia. Não importa o momento que você chega lá. E não é 6:66, apenas um tempo normal. Como 0:32 ou 5:51, esta é sua última chance. Caminhe de volta se você não estiver disposto.

Se você continuar. É importante nunca perder o seu sorriso. Se sentir dor no rosto, continue sorrindo. Se você ainda está triste, sorria.

Depois do que parecia ser uma hora, você vai ver uma criança pequena. Ele vai perguntar se você pode compartilhar sua felicidade com ele. Mate-o, ainda sorrindo.

Outra criança menor virá até você, esfaqueando-o com uma lâmina escura. Você vai notar o céu vai estar desaparecendo. Deixando um vazio negro, todos os sons sumiram de novo. Exceto pelos seus e os das crianças. Se você estiver deprimido. Você não vai sentir nada e vai acordar em uma clínica de sua cidade natal.

Mas se você está feliz. Ou, pelo menos, sorrindo. Você vai se sentir uma dor insuportável. E sua dor não é normal. É como se a dor tivesse vindo do próprio inferno. Se você ainda está sorrindo, ele vai pedir para compartilhar sua felicidade com ele.

Pelo amor de Deus, diga que sim. Se você disser não, você será colocado em estado de coma interminável e ainda estará sentindo dor. E ainda vai estar "acordado", terá conciencia de tudo o que está ocorrendo. Você não pode morrer. E sua alma vai ser torturada.

Se você disser sim, você vai sentir uma dor agonizante que é ainda mais dolorosa. E você vai desmaiar. Quando você acordar, você estará em uma clínica em sua cidade natal novamente.

Agora você vive uma vida sem felicidade. Mas você é agraciados com a sorte eterna. Sua expectativa de vida vai aumentar em dez vezes, você vai ter um amante fiel e filhos lindos. E agora é você é muito inteligente, forte e carismático.

Boa sorte, continue sorrindo.

Fonte: Creepypasta wikia
Tradução: Miss Insipida

Oh yeah

Ele está chegando...Eu posso ouvi-lo....

Ele é a amargura da existência de cada criança....

Ele vem sem aviso. Ele vem sem medo. Ele vem sem qualquer razão aparente ou propósito. Mas ele vem de qualquer maneira. E ele deve ser temido.

Eu não sei o que eu fiz. Eu não acho que eu nunca vou saber, vivendo ou não. Ele vai me tratar com sua ira incondicional e sem piedade.

Thump. Thump. Os passos dele vem se aproximando...

"Bem", eu penso comigo mesmo. "Este é o fim."

So se eu pudesse me esconder debaixo da minha cama..., eu ainda devo ter tempo suficiente para chegar embaixo da minha cama, certo?

Thump. Thump. Thump. Thump.

Ele está ficando cada vez mais rápido agora, acho que está subindo as escadas ... Eu tenho que chegar pelo menos ao armário!

Thump.

Aguardo ... Merda! Ele parou de se mover! Eu tenho que ser silen-AH-CHOO!

Thump thump thump thump thump thump

Nãonãonãonãonãonããããão! Tenho que ir para o armário! Droga de pijama! Por que você tinha que ficar pregado na quina da cama?!

Thump thump thump thump

Está chegando ao final da escada! Eu tenho que pegar d-CRASH!

Antes que eu pudesse me mecher, antes que eu pudesse PISCAR, eu vejo aquela monstruosidade horrível.

Seu grande corpo volumoso não é como o de outras criaturas. Parece ser ... Translucito ... Eu posso ver seus órgãos, o sangue. Grosso, sangue vermelho, e vários órgãos ... que parecem ser ... em forma de bloco?

Eu olho para o seu rosto gigante. Seus olhos e boca se destacam em contraste com o resto do corpo; grosso, escuro revestido de pele nos contornos de seus olhos e boca. Parece ser sem nariz.

A criatura e eu continuamos a olhar um para o outro, para o que parecem ser horas e, finalmente, os olhos crescem para tamanhos enormes ... travados com os meus olhos , penetrando a minha alma com seu olhar terrível ... e liberando seu terrível rugido de cortar o coração.

"OH YEAH!"


Fonte: Creepypasta wikia
Tradução: Miss Insipida

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Frown Cat

Frown Cat é o inimigo mortal do Smile dog. Em vez de fazer você horrivelmente deprimido, irritado e suicida, olhando para o Frown Cat por um longo periodo  vai fazer você rir por cerca de seis horas até desmaiar. Então você vai começar a rir em todos os momentos completamente, inclusive os impróprios (como funerais) e todo mundo vai te abandonar, e você vai passar o resto da sua vida em uma pequena barraca barata infestada de insetos e vermes, antes de morrer sozinho, gargalhando insanamente.

A única cura conhecida é olhar para o Smile Dog durante 10 minutos, sem piscar.




Fonte: Creepypasta wikia
Tradução: Miss Insipida

domingo, 11 de agosto de 2013

Marca de nascença


"Marcas de nascença

Marcas de nascença são resultados de um trauma sofrido na sua vida passada, por exemplo, uma marca de nascença no seu peito talvez seja o lugar onde você forá apunhalado por uma faca ou atinjido por uma bala"

Fonte: achei no 9gag

Tela

Antes de tudo que me desculpar por não postar nada ontem, é que tive uns problemas, mas vou fazer dois posts hoje para compensar.
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Tela

Estou sentada em uma cadeira, amarrada por longas correntes de metal que cobrem todo o meu corpo, minhas mãos e pés estão algemados, milagrosamente não machucam nem doem, mas impossibilitam todas as minhas tentativas de fuga...

Desde que me dou por viva estou presa aqui, cresci algemada, presa como um animal de algum circo de bizarrices, tendo como compania as sombras e eles... Eles que me vigiam para ver o que estou fazendo... Controlam meus pasos nas poucas vezes que saio do meu esconderijo para ver a luz.

Eu não suporto aquela experiencia, detesto fazer isso com cada camada do meu ser, é doentio ser obrigada a executa-lo, aunda mais com perfeição, não que seja dificil para eles, eles sabem tudo que vai acontecer mesmo, não há nada que não preevem, o que complica ainda mais a minha situação,

Me contento a olhar para cima, haveria um teto ali? Ou só mais escuridão? Suspiro para ouvir o eco do mesmo várias e várias vezes até ele se perder... Ja desisti de perguntar por que estou aqui, ou qual o significado de tudo o que se passando.

Lá vem eles de novo, com as chaves e... Os cabos...Amarram eles em mim so depois me desamarram, querem ter certeza que não vou escapar, e me fazem beber aquele estranho liquido branco, e então já não tenho o controle da minha boca, ou de meus movimentos, so meu cerebro e olhos respondem parcialmente a meus comandos, nem mesmo o meu respirar é controlado por mim. É hora de ver a luz.

Sou controlada por eles até a grande tela, que tem mais ou menos o meu tamanho, essa é a padrão, mas geralmente ela muda de formato, as vezes é um circulo, outras um retangulo, as vezes mais focado ou desfocado. Imagino que o dia deve estar começando.

A tela se clareia bruscamente, machucando minha visão, mas meus olhos não se movem, somente ardem e eu não posso nem gritar de dor e agonia, uma mancha do meu tamanho fica em frente ao reflexo da tela, leva um tempo para eu focalizar outra vez, e vejo meu maior odio.

Aquele rosto, aquele que é o mesmo que o meu, e o corpo tambem, p cabelo, as roupas, até mesmo as pequenas imperfeições na pele eram as mesmas que a minha. A figura sorri e vira-se a olhar-se de lado, sou obrigada a fazer o mesmo, sendo guiada a seguir os mesmos passos que ela. Odio odio odio. Na tela ouço uma voz que não conhecia.

"Vem tomar o café" 

E aquela pessoa que mais odiava responde e eu movo meus lábios na mesma velocidade que ela, mas sem fazer som algum.

"Ja vou mãe, so vou terminar de me arrumar no espelho".

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 Essa creepypasta foi escrita por mim, Miss Insipida.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Creepypasta de pokemon - Acido

Eu tenho muito pouco tempo para escrever isso.

Três dias atrás, recebi Pokémon Diamond de um amigo de presente de aniversário. Nunca foi aberto, era novo.

Animado por causa do jogo, despediu-me dele, logo cheguei em casa. Estranhamente, havia um arquivo de salvo no cartucho de memoria.

O treinador era chamado Louis e teve todos os emblemas Pokémons. Curioso, eu carreguei o arquivo salvo e dei de cara com a visão de um jogo aparentemente normal.

Ele tinha uma equipe de composição dos pokemons eram dois Magikarp e quatro Gastly. Os Gastly foram todos nomeados "Desire" e os dois Magikarp foram ambos nomeados "Karpe Diem".

Eu ri um pouco no erro intencional da escrita de Karpe Diem (Carpe Diem seria o certo) e saiu para a grama alta para testar estes Pokémons.

Apesar de não estar com vontade de lutar aindo, um dos meus Magikarps saiu primeiro. O jogo orgulhosamente anunciou,

"Karpe Diem quer lutar!"

Eu suspirei, e apertei 'Fight'.

Para minha surpresa, o Magikarp sabia 'Acid', 'Armor', e 'Acid spray', bem como 'Splash' de costume.

Isso me perturbou um pouco, porque eu sabia 'acid spray' não tinha saído até a quinta geração de pokemon, mas lá estava, em um jogo de quarta geração e um Magikarp, de todas os pokemons, tinha esse movimento.

Eu deveria ter fugido da luta, mas eu estava muito curioso para apenas chamar meu amigo e forçá-lo a levar o jogo de volta para a loja.

O jogo continuou sem mim, o Magikarp usando 'acid spray' no pobre Volbeat.

Olhei para o jogo e ele anunciou.

"Karpe Diem usou 'acid spray'! Volbeat foi gravemente queimado!"

Ele mostrou o Volbeat, metade de seu corpo estava horrivelmente queimada e em alguns lugares, derreteu completamente.

"Karpe Diem quer comer! Deixar?"

Eu furiosamente apertei 'não', mas o jogo não respondeu a mim. Relutantemente, eu apertei 'sim'... Não ia ficar parado lá, grande erro.

Ele mostrou uma animação do Magikarp pulando em cima do Volbeat e devorando-o de maneira grotesca, pude ver sangue. Que tipo de animação mostra isso? Que tipo de jogo era aquele? 

Assustado, chamei meu amigo. Ele disse que estaria em minha casa dentro de alguns minutos, chegando me disse: "Há apenas uma coisa que você pode fazer com um cartucho como este." Ele, então, puxou o jogo de diamont para fora do console e enfiou na boca dele, esmagou- o com os dentes e engoliu.

"Me chama se alguma coisa acontecer de novo."

Fonte: Creepypasta wikia
Tradução e adaptação: Miss Insipida

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Forest

Oi meus amantes das sombras! Aqui é a Rosy, criadora do blog. Vocês devem ter percebido que mudei o nome de usuário, em homenagem à personagem de Machado de Assis, Capitolina de Pádua Santiago, a Capitu de "Dom Casmurro". Só avisando pra vocês não me confundirem com uma postadora nova ;)

Mas não é isso que quero falar. Seguinte... System of A Down é uma as minha bandas de rock preferidas. Pois bem, eu estava ouvindo a música "Forest", dessa banda. Me digam, é muita paranoia minha ou Forest fala do Slenderman?
Alguém mais já havia percebido isso? Comentem aí! Eu posso até estar viajando um pouco, mas vejam a tradução!

"Ande comigo minha pequena criança,
Para a floresta da negação,
Fale comigo minha única obsessão,
Ande comigo até que o tempo,
Faça a floresta virar vinho,
Conduza a lenda por um outono,
Você viu a conseqüência

Por que você não vê que você é minha criança,
Por que você não entende que é minha obsessão,
Conte à todos no mundo que Eu Sou você,
Leve essa promessa até o seu fim.

Ande comigo meu pequeno amigo,
Leve essa promessa até o fim
Fale comigo minha única obsessão,
Ande comigo até o fim,
E faça a floresta virar areia,
Conduza a lenda por um outono,
Você viu a conseqüência

Por que você não vê que você é minha criança,
Por que você não entende que é minha obsessão,
Conte à todos no mundo que Eu Sou você,
Leve essa promessa até o seu fim.
Leve essa promessa para um passeio

Você viu que a floresta agora adentra,
Você conduziu a lenda para seu outono,
Você viu a conseqüência disto tudo,
Nenhuma televisão no ar,
Nenhuma purificação na cadeira,
Você fez as armas para todos nós,
Olhe só para nós!

Por que você não vê que você é minha criança,
Por que você não entende que é minha obsessão,
Conte à todos no mundo que Eu Sou você,
Leve essa promessa até o seu fim."
(Autores: Daron Malakian e Serj Tankian)

Sejam sinceros, eu estou viajando muito? '-'

Creepypasta - o anti-social

Meu nome é John. Eu não gosto de estar perto de pessoas. Eu gosto de estar em volta dos meus  poucos amigos que tenho, mas só quando eu estou na escola. Eu não gosto de outras pessoas perto de mim quando eu posso estar sozinho. O tempo com pessoas reais só foram úteis quando eu precisava de uma multidão para se esconder de um valentão. Gosto de explorar a natureza. Eu sempre exploro sozinho, apesar de todos os manuais de exploração dizerem para nunca se fazer isso. As pessoas simplesmente arruinariam a experiência para mim. Hoje, eu encontrei um buraco no chão. Olhei para o buraco, eu não conseguia ver nada, porque estava muito escuro. O sol estava se pondo, assim que fui para casa. Eu estou deixando para explorar o buraco amanhã.

Voltei hoje e trouxe uma lanterna dessa vez. Amarrei a corda a uma árvore próxima e desci pelo buraco. Parecia um longo corredor de terra. Eu podia ouvir um barulho batendo debilmente. Caminhei na direção que eu pensei que o barulho de batidas  estava vindo. Eu andei por cerca de 100 metros, até que encontrei uma grande porta de metal. As batidas parecem que estam vindo do outro lado. Eu vou tentar abri-lo amanhã. Eu também vou trazer um gravador, para que possa documentar o que acontece em tempo real.

"Tudo bem, eu espero que essa coisa funcione. Estou muito animado. Vou tentar abrir a porta hoje. Eu só preciso encontrar um mecanismo de fazê-lo ... hmm ... Ah, aí está." "Eu não posso esperar para ver-ah-... O que é isso?!" -Ouvem-se passos pesados ​​e ofegantes - "Eu gostaria de ter trazido alguém comigo! Oh deus, não! Fique longe!" O resto da fita é preenchida com o som da vítima gritando por socorro, sons de carne rasgando e ossos estalando. O corpo foi encontrado no buraco, horrivelmente mutilado faltando partes de seu corpo, especialmente de carne. O gravador foi encontrado perto do corpo. Jornais foram encontrados no computador da vítima, nemhuma outra evidencia.

Fonte: Creepypasta wikia
Tradução: Miss Insipida

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Creepypasta - Uma plantinha adoravel

Tudo começou com uma simples planta.

Acordei de manhã, como eu fazia todos os dias. Prestes a sair para o trabalho, notei uma diferença no meu jardim. Havia uma pequena planta, desconhecida crescendo num canto, com uma nota ligada à base da dela. "Um presente de alguém que gosta de seu jardim." Devo dizer que tenho orgulho das minhas plantas na frente da casa. Tenho escolhido a dedo elas, e faço com que todos elas crescem tão bonitas quanto possível. No entanto, agora um presente por causa delas? Meu ego foi as alturas! Tenho que ir trabalhar agora. Quando eu tive tempo pesquisei um pouco, tentando descobrir que tipo de planta que era aquela.


A planta mais próxima que eu poderia encontrar pela aparência não havia sido nomeada, e havia apenas uma imagem em um site mal feito, recomendava mantê-la dentro de casa com boa luz, água suficiente e um bom solo. Ele mostrou uma foto das flores - lindas flores em forma de estrela com um tom azul, o centro em vermelho. Uma vez que eu estava em casa, eu trouxe a futura flor para  dentro com o proposito de mantê-la segura e com a esperança de ver as flores. Um mês se passa e a plantinha havia crescido, as folhas vinham diretamente do centro e se espalhavam rebledes. Parecia um pouco como um abacaxi, exceto que era completamente marrom escuro, as folhas vermelhas nas pontas. Meus amigos acham muito estranha, mas bonita. Eles riram um pouco sobre o meu ego quando eu expliquei-lhes como eu a consegui, mas eles concordaram eu merecia ...

Mais um mês se passou. Numa noite, eu ouço ruido, a quebra suave de algum objeto, como quando você quebra um ovo no café da manhã. Deitado na minha cama, eu me perguntava o que poderia ser ... Mas logo a noite estava em silêncio de novo. Dei ombros e voltei para o livro que eu estava lendo. Na noite seguinte começou outra vez. Pequenos passos podiam ser ouvidos nas paredes durante a noite que iriam me acordar. Assim que eu comecei a prestar atenção, eles pararam. Dois, três, quatro vezes por noite eu era acordado por esses ruidos, essas pequenas batidas nas laterais das minhas paredes. Falei com alguns amigos sobre isso, me disseram que eu estava trabalhando muito e o estresse ficando pesado para mim. Eu acreditava, e depois de alguns dias os ruidos finalmente pararam.

Um dia, quando fui levar a água para o meu 'presente', notei que tinha uma pequena rachadura em um dos lados. Eu toquei um pouco nela, curioso, e fez mesmo o som de um ovo de quebrando, me mostrando que a planta era oca. Surpreso, resolvi dar uma olhada na net mais tarde para ver se era normal nesta planta, e fui trabalhar. Eu tive um dia difícil que me fez esquecer completamente da planta até que eu estava de volta em casa, na cama, relaxando. Você sabe aquele o momento da noite, quando sua mente corre solta, tendo todos os tipos de loucuras são idéias possíveis? Foi quando ela me bateu: A planta, o quebrar de ovos, os passos na minha parede, a criatura inseto  sobre o meu peito ... Eu não podia me mover. Eu não estava paralisada pelo medo, mesmo que eu estivesse morrendo de medo. Eu simplesmente não podia se mover. Eu não tinha notado a criatura feia de pé no meu peito, perfurando o meu corpo através de presas, aparentemente injetando algo em mim. Ele era tão grande quanto o meu punho e tinha seis pernas, sem asas, e uma cabeça enorme. Eu tive tempo de vê-lo quando ele arrancou os cobertores, estendendo a garra para o meu corpo. Dois outros se juntaram a ele, em silêncio, caindo do teto. Eu não conseguia sentir nada, embora eu pudesse ver meu sangue como eles se aconchegavam no meu corpo... Só meus olhos estavam respondendo ao meu cérebro ... Foi quando eu desmaiei. Acordei depois de um tempo.

Agora, meus olhos e meu cérebro são tudo o que me pertence. Eles de alguma forma movem meu corpo, forçando-o a agir contra a minha vontade. Meu corpo secou, ​​eles parecem alimentar dele, mas eu não sinto nada, mas o terror de saber que estão dentro de mim, fazendo-me andar ... fazendo eu agarrar a nota que tinha com os elogios com os que ganhei a planta havia poucos meses ... fazendo-me andar para outro jardim durante a noite, cavar um buraco, amarrar a nota no meu dedo indicador seco e marrom, entrar no buraco, deixando apenas o dedo de fora ...

Fonte: Creepypasta Wikia
Tradução: Miss Insipida

O Suicídio de Bob Esponja

Alguém se lembra do episódio de Bob Esponja "A Esponja que Podia Voar" que foi transmitido em Março de 2003? Ele foi batizada com o nome de "Episódio Perdido" pelos seus anúncios com base no enredo do episódio, onde Patchy, o pirata, usa um mapa para encontrar o episódio de Bob Esponja que ele perdeu. Na noite antes do episódio ser transmitido ao vivo, eu estava com gripe estomacal. Eu estava me sentindo muito mal para dormir, de modo que fiquei na sala assistindo TV.
Cerca 02:30, meu estômago começou a melhorar, de modo que planejei desligar a TV e tentar ir dormir, mas quando eu estava alcançar o meu controle remoto, a abertura de Bob Esponja começou a tocar. Bob Esponja era o meu programa favorito na época, portanto eu não poderia deixar de vê-lo. Ainda que eu achasse que era estranho que eles estivessem mostrando Bob Esponja no meio da noite, eu não liguei muito. Quando a abertura começou, eu reparei que o contraste da animação estava ligeiramente mais escura do que o habitual, e a música-tema soou um pouco áspera. Isto fez-me sentir um pouco desconfortável, mas eu tentei ignorar aquilo. O título era "Episódio Perdido", e eu achei que havia acontecido um engano e a Nickelodeon ia acidentalmente transmitir "A Esponja que Podia Voar".

Quando o episódio começou, ele imediatamente pareceu fora do comum. Ela começou com Bob Esponja sentado em sua cama, olhando para baixo, com um olhar sombrio no seu rosto. Aquilo definitivamente não parecia com Bob. Bob Esponja é tão otimista o tempo todo; por que ele estaria agindo assim? Depois de cerca de 10 segundos vendo Bob Esponja assim, ele soltou um grande suspiro. Em seguida, olhou para o seu barril de cabeceira, e o câmera deu zoom em uma garrafa de pílulas que estava ao lado do seu relógio. Quando o zoom ficou perto o suficiente para ler o texto  na garrafa, ela mostrou que era um vidro de Prozac (Nota da Tradutora: Prozac é um antidepressivo muito forte). A próxima cena tinha um contraste muito mais brilhante e mostrando Bob Esponja tomando um dos comprimidos, e saindo correndo, sorridente e risonho, logo em seguida. O fato de que Bob tinha que tomar remédios para ser, ahn, ele mesmo me causava um certo estranhamento, até porque problemas mentais e antidepressivos são temas muito fortes e adultos para serem abordados em qualquer programa infantil. A tela voltou para a cena com Bob Esponja angustiado, enquanto o constraste voltava a ficar mais escuro. A tela congelou em Bob por alguns segundos, depois mudou para outra cena.
Esta cena mostrava Bob Esponja em sua escrivaninha, a mesma do episódio "Delonga", com sua garrafa de Prozac, uma folha de papel e um lápis. Nessa cena, ao invés de permanecer em um único contraste, as cores oscilavam entre claro e escuro. Bob Esponja pegou o lápis, e uma lágrima percorreu seu rosto. O que me incomodava era que a lágrima não parecia com aquelas azuis que costumam desenhar quando Bob chora. Essa lágrima era muito realista, como se uma gota de água deslizasse pela minha TV a partir do olho dele. Bob enxugou a lágrima e começou a escrever no papel, lendo alto o que escrevia.
"Eu não aguento mais." Quando ele disse isso, um barulho começou ao fundo, parecia uma criança chorando. O barulho continuou, e Bob Esponja continuou escrevendo. "Minha vida tem sido horrível e não melhorou em nada. Meu melhor amigo, Patrick, só é meu melhor amigo porque não tem intimidade com mais ninguém. Meu vizinho, Lula Molusco, me odeia mais que tudo. Ele provavelmente ficaria feliz se eu fosse embora." Bob parou de escrever e começou a chorar com força. A oscilação das cores ficou mais rápida, e o choro ao fundo mais alto, como se mais crianças estivessem chorando agora. Talvez tenha sido minha imaginação, mas eu tive a impressão de ouvir uma das crianças dizer "Ele vai mesmo fazer isso!" As crianças começaram a chorar ainda mais alto, e as cores a oscilar ainda mais rápido quando Bob recomeçou a escrever. "O único emprego que eu consegui foi o de mestre-cuca no Siri Cascudo. Meu chefe se nega a me dar um aumento, e me usa para conseguir mais clientes. Tenho mais de 20 e não tenho carteira de habilitação. A única garota que eu conheci na vida, Sandra, só me vê como um amigo. Aposto que ela só é minha amiga porque tem pena de mim. Sinto muito se estou magoando alguém, mas eu simplesmente não posso mais viver assim." A tela congelou por alguns segundos, e o desenho continuo com Bob escrevendo uma última frase. O contraste parou de oscilar e ficou mais escuro, e as crianças pararam de chorar. O silêncio era absoluto, a não ser por Bob dizendo "Adeus..."

Os choros voltaram. Bob Esponja rapidamente se levantou, abriu a tampa do vidro, encheu a boca com todos as pílulas de Prozac e enguliu todas de uma só vez. A tela ficou muito escura, mas visível. Bob Esponja pôs a mão no estômago e vomitou bile laranja-pálida e assustadoramente realista. Claramente era uma tentativa do corpo de se livrar da overdose, em vão. Bob caiu no chão e ali permaneceu, imóvel, até a tela virar estática.

Não preciso nem dizer que fiquei profundamente assustada. Dormir estava fora de questão.

Já procurei muito sobre esse episódio por toda a internet, mas não encontrei um só site que o tivesse. Se você reconhece esse episódio, por favor, me avise.

Fonte: Creepypasta Wiki
Tradução e adaptação: Capitu

terça-feira, 6 de agosto de 2013

A Loja de Conveniências Abandonada

Antes da creepy que acabo de traduzir, gostaria de anunciar rapidamente a chegada de uma nova postadora, minha amiga (cujo maior sonho é ter um Rake de estimação) Isabella (Miss Insípida). Antes que eu me esqueça, é melhor não chamar ela de "Bella" '-'
Bem, vamos à creepypasta!
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Entre em qualquer ônibus que viaje por uma longa distância; Greyhound é geralmente uma boa escolha. Qualquer coisa que fique na estrada por mais de 24 horas. Fique uma janela de frente para o oeste, e em seguida, olhe para o sol, esperando até o por-do-sol. Pouco antes de o sol toca o horizonte, feche os olhos. Com força. Não os abra para nada. Cubra os seus ouvidos se necessário. Depois de um tempo, você notará que o ônibus parou de se mover. Esse é o sinal de que você pode abrir os seus olhos. Quando você fizer isso, você verá um posto de gasolina, iluminado apenas por algumas luzes fluorescentes oscilantes. Não haverá sol, nem lua, nem estrelas no céu. A loja de conveniência terá suas janelas fechadas, mas a placa irá dizer "Aberto." Se você sentir que não consegue encarar isso, volte ao ônibus, retorne para o seu assento, e adormeça. Você vai acordar no amanhecer do dia seguinte, bem no seu caminho para onde o ônibus estava indo. Se você entrar na loja, a porta se fechará com um estrondo atrás de você. Você vai gastar uma quantidade desconhecida de tempo lá, vivendo seu pior pesadelo. Se você sobreviver à provação sem ficar maluco, você vai despertar novamente no ônibus, que chegará ao seu destino. Nada jamais poderá assustá-lo novamente. Alguns dizem que, após esta provação, qualquer outra coisa é simplesmente boba em comparação.
Outros dizem que o que essa sala contén é todo o medo que você vai sentir em toda a sua vida, e expor-se a ele assim, de uma só vez impede que você venha a senti-lo novamente. Isto, no entanto, só pode ser feito uma única vez. E, não obstante, existem algumas exceções à regra...
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Fonte: creepypasta.com
Tradução e adaptação: Rosy (eu)

Creepypasta - Antisocial

Primeiramente gostaria de me apresentar, oi sou Miss insipida ^u^ e sou a nova tradutora (e escritora) do blog, a Rosy me convidou a participar do blog e eu automaticamente aceitei, estarei aqui postando creepys todos os dias (minha meta é uma creepy por dia). Sem mais delongas a creepy, uma de minhas favoritas.

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Creepypasta - Antisocial

Anne foi uma das últimas a descer do ônibus escolar alugado. Ela foi recebida com elogios, tapinhas nas costas e abraços, assim como todos os outros alunos eram. Sorrindo timidamente, ela retribuiu os abraços enquanto ainda tentava atravessar a multidão o mais rápido possível. A alça da mochila encaixou-se em seu ombro desconfortável, muito pesada para uma viagem de fim de semana simples.

O diretor excessivamente entusiasmado, Robert, guiou os "campistas" ao redor dos campos, apontando cabines separadas por sexo  com beliches e as divisorias, como ele organizou isso. Vários edifícios de madeira com uma pintura  branca que começava a sair cobriam o terreno. Em um certo momento, a grama perfeitamente aparada se tornou rebelde e selvagem, e as pequenas cabines de beliche pareciam mais negligenciadas. Embora o acampamento cristão possuía toda a terra, muito do que era havia caído em desuso por causa de uma garota havia desaparecido há alguns anos atrás, causando um declínio dramático nos padrões. Isso, e, os adolescentes foram simplesmente perdendo o interesse. Depois de explicar a programação para os próximos dois dias, Robert mandou os alunos para suas cabines para desempacotar e organizar suas coisas.

As meninas começaram a caminhar a pasos lentos, pelo empoeirado caminho à esquerda que levou às mais limpas e conservadas cabines. Os meninos foram para a direita. Anne as seguidas, era a última no grupo de meninas. Ela se vui de  pé na escuridão, sabendo que como uma pedra escondida as pessoas poderiam facilmente enviar-lhe  de olhar a cara. As cabines eram bastante decente no interior. Haviam cinco beliches em cada um dos quatro quartos. Com algum esforço, Anne jogou a mochila na cama de cima, no canto de seu quarto. As outras meninas já estavam rindo, se preocupando com o lugar onde poderiam ligar suas chapinhas e dividir lanches e chocolates entre elas. Anne recusou educadamente quando uma delas lhe ofereceu um pouco, lembrando que ela tinha um grande saco de Cheetos que ela não tinha a intensão de dividir.

Pasado cerca dez minutos, o líder cabine ordenou a todos para ir para o refeitório para o jantar. O refeitório, como eles foram informados,  era uma sala comun para todos os campistas, para que todos pudessem conhecer os demais . Era do tamanho de dois ginásios do ensino médio e tinha as palavras "Acampamento cristão" pintada em letras garrafais na parede do lado de fora. O jantar correu muito bem, na opinião de Anne. Ela até chegou a sentar-se com o rapaz que ela gostava tem um tempo. Ela tinha certeza de que estava corando, suas bochechas estavam intigidas de vermelho o tempo todo, mas ainda assim era bom. A noite toda era reservada para a socialização, para o grande desagrado de Anne. As cadeiras da sala principal foram deixadas formado em um grande círculo. Vários jogos foram jogados, alguns dos quais ela realmente gostava. Soltando-se um pouco, ela não pôde deixar de sorrir constantemente durante o passatempo bobo.

Foi até perto do jogo final que Anne sentiu um pouco. . . Observada. Toda vez que ela passou o olhar na direção de um dos líderes do acampamento , ele teria de estar olhando diretamente para ela. As primeiras vezes, ela encarou-o como coincidência. Não foi até que ele se aproximou dela, o que ela entendia que era mais do que o acaso. Ela reconheceu-o de outros jovens que se reuniam. Ele era. . . estranho, para dizer o minimo que aparentava. Sempre que os líderes de acampamentos subiam ao palco para falar com os alunos, ele era o único que já havia falado.

"Então, você gosta de Mario, né?" ele perguntou, sentado no círculo de cadeiras.

Anne piscou, confusa por um segundo. "Oh! Sim, eu amo jogos Mario." Ela olhou para sua camisa, que tinha uma figura do "Super Mario" montado no Yoshi.

"Legal. Você joga mais alguma coisa?"

Ela balançou a cabeça positivamente e disse-lhe alguns de seus games favoritos. Normalmente, ela poderia falar por horas sobre videogames e debate sobre consoles. No entanto, uma parte dela não poderia esperar para o fim desta conversa. Steven, como ele se apresentou, sentiu-se um pouco mais desconfortável para seguir a conversa. Sempre que ela o via, ele era geralmente sozinho ou tentava guiar seu caminho para um grupo de pessoas conversando. Para ser honesto, sentia-se mal por ele, pois ele parecia ter dificuldade para se socializar com os outros. Ainda assim, ela sabia que ela não queria ser, nem era a melhor pessoa a ajudá-lo. Ela não era pessoa para ajudá-lo em fazer amigos.

Os alunos já haviam sido dispensados ​​a suas cabanas ja estavam cursando o caminho de volta. E avisaram suspeitosamente que o café da manhã poderia ser servido mais cedo no dia seguinte, então a maioria já havia deixado o refeitório. Anne acordava cedo naturalmente, sem esforços.

"Bem, eu estou ficando com muito sono", ela comentou, deu a entender depois que ela e Steven tinha falado por cerca de 15 minutos, cada segundo cada vez mais insuportável do que o outro.

Ele parecia desapontado, mas asentiu com a cabeça. "Tudo bem, va dormir um pouco", disse ele, como se estivesse dando-lhe permissão. Ambos se encararam ao mesmo tempo. Ela sorriu timidamente. Quando ela se virou para ir embora, Steven colocou a mão em seu ombro, fazendo-a tremer involuntariamente. "Bem..., boa noite, minha amiga."

O dia seguinte, não foi melhor.

Verdade seja dita, Anne estava tendo um momento maravilhoso conhecendo outras pessoas e fazendo novos amigos. Havia apenas uma coisa ou pessoa, neste caso, que arruinou todo o seu divertimento no sábado: Steven.

Ele estava constantemente de pé atrás dela, como se ele fosse seu guarda-costas. Ela tentou livrar-se dele algumas vezes com a disculpa: ir ao seu dormitorio para tomar um cochilo, contudo ele estaria sempre esperando do lado de fora da porta quando ela saia. Ela só não tinha o coração para dizer para ele ir embora. Com ela, ele parecia. . . feliz, pelo menos mais feliz do que ela já tinha visto de longe, isolado.

Finalmente, Anne encontrou algum tempo sozinho no meio do dia. Na frente da cabana das meninas entre as oscilações do jardim, havia um pequeno parque. Ela ficou encantada ao ver que havia um balanço vazio. Tomando um lugar, inclinou-se para trás e deixou os olhos fechados, lentamente, deixando a sensação de balançar balançar-la em um sono tranqüilo. Uma voz na frente dela quase a fez saltar para fora de sua pele.

"Se importa se eu sentar?"

Tentando evitar revirando os olhos, Anne disse: "Vá em frente."

Como de costume, ele começou a conversar abruptamente. "Você sabe, você me faz lembrar muito da minha ex-melhor amiga."

"Oh?"

"Sim... Exceto com o seu cabelo castanho, você parece muito com ela também. Mesmos interesses, tudo. Fomos amigos por um tempo na escola, então chegamos ao acampamento para pasar um de fim de semana, como este. Nós iríamos cada ano juntos. Isso foi antes de eu ser um líder, é claro. Eu era apenas mais um jovem como você ".

"Por que ela é sua melhor ex-melhor amiga?"

Steven olhou triste, quase arrependido. "Em um dos acampamentos, ela disse que eu estava sendo muito protetor com ela e ficou muito brava comigo. Ela disse que não queria mais falar comigo. Parecia que ela estava segurando isso por um tempo. Ela parecia aborrecida comigo nesses últimos meses. "

"Oh ..." O que mais Anne poderia dizer?

"Mas continuamos a ver um ao outro no acampamento todos os anos." A voz dele se iluminou. "Podemos não ser os melhores amigos, mas ela não é louca mais. Ela até pediu desculpas por ficar tão brava em primeiro lugar."

"Então, você tem um novo melhor amigo?"

"Sim. Você, é claro."

Anne fez uma pausa que pareceu uma eternidade. Será que um cara na faculdade acabou de dizer-lhe que ela era sua melhor amiga? Tinha que ter, pelo menos, 22 anos de idade. Ela tinha apenas dezesseis anos. O que mais a assustou foi o brilho louco nos olhos quando ele disse isso.

Ela suspirou, sabendo que tinha que dar um fim com isso agora, antes que piorasse.

"Olha ... Steven. Sinto muito, mas eu não sinto ... exatamente confortável com a gente sendo proximos desta maneira. Eu não faço amigos em dois dias. Não é assim que funciona para mim." Isso era uma mentira total e absoluta, ela sabia. Tranquila e não muito reservada como ela era, ela fazia amizade com muitas pessoas dentro de uma hora. Na verdade, ela estava disposta a chamar muitas pessoas no campo de suas amigas já. Steven era apenas isso. . . possessivo. Sempre que ela começava uma conversa com alguém, Steven iria afasta-la. Ele tinha estado com ninguém além dela durante todo o acampamento.

"Ah ... Bem, talvez só precisamos dar tempo ao tempo. Nós ainda temos o resto de hoje e amanhã para ser amigos."

Anne mordeu os lábios. "Não, Steven, e-eu quero dizer ..."

"Você simplesmente não quer ficar perto de mim, não é?" O tom de sua voz a fez estremecer. Ele também fez seu lado sensível sentir-se extremamente culpado. Com um suspiro profundo, ela balançou a cabeça lentamente, afirmando.

"Bem, então talvez nós vamos ver um ao outro na fogueira esta noite." Sua raiva e dor desapareceram de repente, o que assustava Anne mais do que quando ele estava daquele jeito. Estranhamente calmo, ele desceu do balanço e caminhou em direção cabines dos meninos.

A culpa a corroeu durante toda a noite. Anne simplesmente deitou em sua cama, olhando para o teto. O pobre rapaz só queria um amigo, isso era tudo. Ela sempre pensou que ela mesma tinha dificuldade em fazer amigos, às vezes, especialmente quando eles não compartilham interesses mas Steven era uma história completamente diferente.

A maioria das meninas já tinha saído para ir a fogueira. Ela foi obrigado a ir, então sabia que não podia lamentar por muito mais tempo. Ela teria que enfrentar Steven novamente. Pelo menos todo o acampamento estaria lá no caso de seu temperamento queimasse, como ela tinha visto durante suas conversas de líder de acampamento. Ela temia a longa caminhada para a fogueira quando ela abriu a porta da cabine. Ao longe, havia uma grande faísca de fogo, mas estava escuro demais para ver as pessoas ao seu redor.

Terminando de arrumar-se, ela começou sua caminhada lá fora.

Caminhou alguns passos até que ela percebeu que Steven estava de pé ao lado da abertura da porta. Antes que ela pudesse suspirar de surpresa, o bastão de baseball que ele estava segurando chocou-se con força ao lado de sua cabeça.

O cheiro pútrido que ia invadindo suas narinas foi o que levou-a acordar. Os olhos de Anne se abriram e as memórias correram como fogo selvagem. Ela tentou se esforçar para sentar ou ficar de pé, então percebeu que ela já estava encostada contra a parede.

Seus olhos freneticamente buscaram visualizar ao redor, tentando se adaptar à escuridão da sala. A luz de velas mal iluminavam o quarto, que revestiam as paredes e lançando misteriosas, bruxulentas sombras nas paredes. O chão de terra parecia tão longe. Ela estava sentada na parte de cima de uma cama, ela notou. Quando ela tentou se mover, seus braços e pernas estavam presos por algemas que estavam presas ao redor da moldura da cama de beliche. Não havia nenhuma maneira que ela poderia deixar o colchão. Suas mãos estavam algemadas atrás dela.

O cheiro estava se tornando intolerável. À luz bruxuleante, viu a fonte do mesmo. Do outro lado da sala, em outro beliche superior era um. . . Um…

Anne tentou gritar de terror completo e absoluto, apenas para perceber que sua voz foi abafada. Algum tipo de tecido foi enfiado em sua boca e seus lábios estavam cobertos com uma grossa tira de fita adesiva. Toda vez que ela respirava frenéticamente pelo nariz, o cheiro de morte e decadência agredido seus sentidos.

"Eu pensei que você gostasse do beliche de cima."

Os olhos de Anne arregalaram-se  e correram na direção da voz. 

Steven, que estava em pé no canto mais escuro da sala, deu um passo adiante. Ele olhou para ela por alguns instantes, em seguida, olhou para o corpo que ocupava o outro beliche.

"Ela gostava dele, também." Ele riu do horror no rosto de Anne. Lentamente, ele caminhou para o outro beliche e subiu a escada. Agarrando o cadáver pelos cabelos, ele levantou a cabeça para cima. A pele quase caia sobre o corpo em decomposição. Os olhos estavam fechados, as bochechas afundadas para dentro, ele acariciou o lado do rosto da menina morta, quase carinhosamente. Olhando para o lado, ele olhou para Anne com uma expressão ilegível. "Eu te disse que ainda ia vê-la todos os anos. E ela não está com raiva de mim."

A menina que desapareceu há alguns anos atrás.

"Eu e ela encontramos este lugar durante nosso primeiro verão aqui. Está no subsolo e muito antiga. Nem mesmo os donos atuais do acampamento sabem sobre ele. A cabana mais distante do acampamento. Nós desmontamos os beliches do piso superior e colocamos aqui, como o nosso lugar secreto. "

Anne soltou em soluços. Com os olhos, ela implorou e suplicou, mas ele apenas riu. "Ela me deu a mesma mirada, exata", Steven ponderou. Ele balançou a cabeça. "Mas pelo menos ela me deu uma chance, ao contrário de você. Eu não posso ter pessoas tentando roubar meus melhores amigos, posso? Estou mantendo-os seguros. Ela não gostava do que estava fazendo quando ela acordou até aqui. E nem você. Mas, felizmente, os amigos perdoam uns aos outros. "

Steven saiu de cima do beliche, e, em seguida, circulou pela sala, soprando as velas. Finalmente ele apagou a última que estava em sua mão enquanto subia a escada para o beliche de Anne. Ela choramingou e tentou fugir para o mais longe possível. Inevitavelmente, ele continuou em frente dela até que seu rosto estava a centímetros do dela.

"Você poderia ter pelo menos ter me dado uma chance, Anne," ele sussurrou. "Mas está tudo bem. Eu te perdoo". Ele passou a mão ao lado do rosto de Anne com ternura. Ela tremia incontrolavelmente enquanto as lágrimas jorravam livremente de seus olhos. Ela lutou com todas as suas forças, mas as algemas só cravaram-se em sua pele mais profundamente. Segurando a vela entre eles, Steven sorriu. Ele beijou a bochecha da menina, em seguida, afastou-se até chegar à escada.

Anne começou a lutar novamente, quando ela o viu puxar a corda a partir do meio da sala. Uma escada do teto desceu com ele como um alçapão para o chão e se abriu. Sua garganta ardia de tentar gritar, ela lutou as algemas descontroladamente. Steven apagou a vela no chão. Ela gritou com sua voz abafada quando ele começou a subir a escada.

Quando chegou ao topo, ele puxou a escada. Antes de fechar a porta do alçapão, sua voz ecoou pela sala subterrânea.

"Nós vamos ver um ao outro no próximo verão, eu prometo..."

Fonte: Creepypasta Wikia
Tradução: Miss insipida